Terça-feira, 4 de Agosto de 2009

Durante mais de meia década o Olympique de Lyon habituou os adeptos a esperar poucas novidades da liga francesa. O conjunto lionês arrancava, ano atrás ano, como máximo favorito e com maior ou menor dificuldade, cumpria as expectativas. Todas as outras lutas ficavam relegadas para segundo plano de tal forma que as grandes mudanças de fundo da Ligue 1 passaram quase desapercebidas aos adeptos em geral. A vitória do Girondins Bordeaux na passada edição voltou a levantar interesse numa das mais interessantes e bem organizadas competições do Velho Continente. E, como não podia deixar de ser, a temporada 2009/2010 volta a ser a de todas as incertezas…

 
Não é por acaso que não existe em França nenhum clube com mais de 10 titulos de campeão no historial. O equilíbrio tem sido a nota dominante e apesar dos curtos períodos de hegemonia vividos nos anos 80 com Saint Ettiene, 90 com o Olympique Marseille e na última década com o Lyon, o habitual é que o campeão não logre rivalidar o título. Um ponto que Laurent Blanc, o técnico do Bordeaux, tem bem presente para a época que se avizinha. Nas apostas o título parece ser coisa de três, mas a realidade actual da Ligue 1 permite fazer diversas leituras, e em todas elas o leque de candidatos é bastante mais largo. Num campeonato onde a organização institucional e financeira se tornou santo e senha, há espaço para o crescimento e afirmação de projectos desportivos de pequenos e médios clubes que realizam apostas importantes para logo reter os devidos lucros. Enquanto isso outros históricos agonizam na sempre complexa luta pela manutenção num campeonato que, apesar das 20 equipas, é do mais equilibrados do futebol europeu. A poucas horas de arrancar a temporada é possível tentar dividir os clubes inscritos em três grupos com as mesmas ambições, apesar da experiência já nos ter ensinado que se há algo pelo que a liga gaulesa é célebre, é pelo poder de surpreender. As condições desportivas e económica serão fundamentais mas é a instabilidade institucional que pode causar problemas. Marseille e PSG vivem em constante rebuliço directivo, o que implicou o afastamento de Gerets e Le Guen no final da época transacta. Por outro lado Claude Puel tem a cabeça a prémio já que Jean Michel Aulas não irá permitir dois anos sem troféus para a sua equipa de sonho. A jogar com esta realidade estará o Bordeaux, se bem que a ambição de Laurent Blanc poderá complicar o ataque ao ceptro se o clube se envolver de forma intensa na Champions League. Depois de falhar por pouco o apuramento, os girondinos este ano tentarão melhorar a performance desportiva e financeira, fundamental para a reestruturação do clube. Como sucedeu com o Lyon por diversas vezes – clube que nunca logrou ultrapassar os quartos de final – essa aposta pode prejudicar a competição doméstica, particularmente pelo equilíbrio habitual desta.
 
Com os estádios quase sempre repletos, excelentes audiências e uma saúde financeira invejável, o futebol francês está bom e recomenda-se. Há uma série de notáveis condições para garantir uma época ao mais alto nível. Em vésperas de Mundial – onde a França procurará limpar a péssima imagem deixada no último europeu – os jogadores quererão demonstrar todo o seu valor. Dos nomes consagrados às incorporações desportivas de elevado valor desportivo (financeiramente os negócios não ultrapassaram a fasquia dos 25 milhões), sem esquecer a notável escola de formação gaulesa, a Ligue 1 é, hoje em dia, um dos mais interessantes espectáculos futebolísticos da actualidade.
 
Uma liga sem grandes estrelas mas com muito futebol de primeira.

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Miguel Lourenço Pereira às 15:23 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Num dos finais de época mais frenéticos dos últimos tempos, a Bundesliga de 2009 coroou o surpreendente Wolfsburg como o justo campeão de um ano que marcou o volte face no rosto da prova. Depois da forte crise do inicio da década, hoje em dia a liga alemã é um dos mais apetecidos produtos desportivos da Europa. Com uma assistência aos jogos de fazer inveja (só a Premier pode ombrear com a Bundesliga) e com uma divisão das receitas financeiras que evita as disparidades que há dez anos provocaram uma forte crise financeira nos clubes de pequena e média dimensão, hoje em dia o campeonato alemão é uma das provas de referencia do futebol europeu. Uma prova equilibrada onde há golos, espectáculo e emoção. Os dias dos tanques germânicos e dos resultados científicos desaparecem. Bem vindos à nova Bundesliga.

 
Imitando o sucesso da Premier a Federação alemão percebeu que tinha de mudar várias coisas para voltar a fazer da sua liga de novo uma das principais do espectro europeu. Em queda livre há vários anos (desde 2001, por exemplo, que nenhuma equipa alemã chega à final da Champions) o futebol alemão viveu uma gravíssima crise económica e de identidade. A selecção passou por momentos complicados, as principais equipas não conseguiam ombrear com os rivais europeus e os pequenos clubes viviam afogados em dividas. De repente a reestruturação das transmissões televisivas (de máxima qualidade), os preços atractivos, a repartição de lucros e a forte estabilidade financeira de projectos desportivos sólidos permitiram um volte face. Hoje em dia a Bundesliga já não é o Bayern Munchen e mais 17 como aconteceu durante largos anos. Cada clube de média e grande dimensão tem um projecto desportivo aliciante com imensa margem de progressão e a prova viva é que, na época transacta, até seis equipas lutaram com legitimas aspirações pelo ceptro que acabou nas mãos do estreante Wolfsburg.
 
Com as mudanças nos bancos colocam-se várias questões no ar. Como será o novo Schalke04 agora que tem ao leme Félix Magath, o técnico campeão que começará do zero mais um projecto que se adivinha aliciante. Trará Louis van Gaal o seu arrojo ao rígido Bayern Munchen ou acabará por cair na ditadura dos resultados efectivos que custaram a cabeça ao projecto inovador de Klinsmann? Poderá o Wolfsburg sobreviver com um novo técnico, Veh, apesar de manter o plantel praticamente intocável. E as saídas de Gomez e Diego serão suficientes para tirar argumentos a Stuttgart e Werder Bremen ou  Ozil e Marin poderão fazer esquecer os craques? Numa liga onde tudo pode realmente acontecer há sempre um favorito claro e vários rivais que podem, ou não, chegar ao final com aspirações. Apesar da época passada ter sido surpreendentemente equilibrada, o plantel e historial dos bávaros continua a fazer deles o crónico candidato ao ceptro. Mas a cada ano que passa também parece claro que os rivais já não se amedrontam e estão prontos a combater até ao ultimo homem.
 
Hoffenheim, Borussia Dortmund, Bayer Leverkusen ou Hertha de Berlin são clubes que estão ai, como chacais, à espreita do mínimo deslize dos favoritos. E num país a celebrar a tripla conquista das provas de formação patrocinadas pela UEFA não é de espantar que ao longo do ano vejamos nascer novas estrelas, craques do futuro com marca do presente que signifiquem uma nova e mais refrescante lufada de ar fresco para uma prova que há uns anos vivia um solitário desterro e que hoje atrai os olhos dos quatro cantos do mundo.

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Miguel Lourenço Pereira às 11:16 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Domingo, 2 de Agosto de 2009

Poucos alguma vez imaginaram um Red Devil com sotaque canarinho tal o historial da equipa liderado por Sir Alex Ferguson em evitar contratações no mercado brasileiro, particularmente depois da aventura mal sucedida de Kleberson. Mas a chegada de Carlos Queiroz mudou a percepção do escocês e de repente um autêntico esquadrão brasileiro aterrou no centro de estágio do Manchester United. Entre eles uma dupla especial, a irmandade da Silva.

 
Rafael e Fábio da Silva, dois nomes próprios que há maioria dos amantes do futebol dizia muito pouco quando surgiram a letras pequenas no historial de aquisições do Man Utd há duas temporadas. Mas por detrás já havia um longo historial nas camadas jovens do Fluminense, que os descobriu quando os dois irmãos gémeos disputavam torneios de rua na sua cidade natal, Petrópolis. Os dois irmãos nascidos com poucos minutos de diferença a 9 de Julho de 1990 começaram a despontar com a tricolor rapidamente e aos 15 anos já estavam referenciados na Europa como os laterais de futuro do futebol brasileiro. Ironicamente enquanto Rafael dominava a ala direita, Fábio era o herdeiro do veloz lateral esquerdo made in Rio de Janeiro. Em 2005 o Manchester United tentou uma primeira abordagem para ter os irmãos num período de prova em Old Trafford. Os Red Devils anteciparam-se ao Arsenal de Arsene Wenger e ao Real Madrid de Wanderlei Luxemburgo e dois anos depois os jovens mudaram-se definitivamente para Manchester. No entanto a lei britânica estipulava que os dois jovens tinham de cumprir 18 anos para poder actuar oficialmente pelo campeão britânico, o que obrigou os jovens a um período de adaptação ao clube no centro de estágio durante todo o Inverno de 2008. A estreia oficial aconteceu já no arranque da temporada 2008/2009 num amigável com o Peterborough, clube satélite do United. Rafael acabou por ser o primeiro a estrear-se num jogo oficial, entrando como suplente na segunda jornada da Premier num desafio contra o Newcastle United. A sua boa exibição antecipou uma época deliciosa que levou Ferguson a exclamar, com alivio, que finalmente tinha encontrado o sucessor ideal para Gary Neville. Curiosamente a imprensa tratou imediatamente de catalogar os gémeos como os novos Neville, já que quando surgiram, também Gary e Phil Neville foram lançados a jogar nas laterais dos Red Devils onde fizeram história ao longo dos anos 90 e princípios de 2000.
 
Fábio da Silva teve menos sorte que o irmão. A notável temporada de Patrice Evra e uma lesão no ombro no arranque da época não lhe permitiram brilhar ao mesmo nível. Mas na segunda parte da temporada o jovem número 20 passou a ser uma opção mais regular nos convocados de Ferguson, estreando-se a titular a 24 de Janeiro contra o Tottenham. Para o distinguir do irmão, o técnico confessou que incentivou Fábio a jogar com a sua aliança de casamento, já que aos 17 anos o jovem já tinha casado com a namorada de infância com quem vive em Manchester. Entretanto Rafael já tinha passado a ser a primeira opção do lado direito da defesa (beneficiando das lesões de Neville e de Brown) e tornou-se por direito próprio num dos nomes da época dos Red Devils. O seu carácter ofensivo permitiu a Ferguson ter um complemento ideal para o espírito ofensivo de Cristiano Ronaldo com quem jogou várias vezes na mesma ala. Para os jogos mais importantes, o técnico escocês apostou em Neville, preferindo resguardar a jovem promessa de um excesso de pressão. No entanto sempre que foi chamado ao onze, cumpriu.
 
Foi preciso esperar ao dia 19 de Abril para ver pela primeira vez os dois irmãos em acção ao mesmo tempo. Diante do Everton, na meia-final da FA Cup no Wembley, o técnico escocês alinhou os dois jovens que não foram capazes de impedir a derrota e eliminação dos mancunianos. Por essa altura já saltava na capa dos jornais portugueses e brasileiros o desejo de Carlos Queiroz, um dos mentores da sua chegada a Manchester, de nacionalizar os dois jovens, netos de portugueses, para que estes actuassem pela selecção nacional A portuguesa e assim colmatassem as brechas defensivas das laterais da equipa das quinas. Os dois jovens comentaram o caso e indicaram que o sonho era jogar pela canarinha, o que frustrou os planos do seleccionador português e serviu como toque de atenção a Dunga, se bem que os 19 anos de Rafael e Fábio e a fortíssima concorrência que têm possa protelar ainda durante uns bons anos a sua estreia com a camisola do Brasil. Mas ao ver em campo a irmandade da Silva, ninguém dúvida que chegará a hora em que os dois irmãos possam actuar juntos pela selecção canarinha.


Miguel Lourenço Pereira às 16:09 | link do post | comentar

Sábado, 1 de Agosto de 2009

Andar desengonçado, pose de vedeta. António Luis Alves Ribeiro Oliveira é um desses casos onde a publicidade (ou falta dela) impediu transformar um grande jogador numa lenda. Um dia José Maria Pedroto, o técnico que melhor soube sacar o seu rendimento, não teve problemas em dizer que, na sua posição, Oliveira era o melhor jogador do Mundo. E então talvez fosse mesmo...

 

Em Setembro de 1970 o FC Porto vivia mais uma das suas constantes guerras civis que levaram o clube a viver um hiato de 19 anos onde só se conquistou uma Taça de Portugal. A equipa tinha acabado de terminar a época em 9 lugar e os azuis e brancos estavam destroçados. Das camadas jovens, onde brilhava há já quatro anos, surgia para treinar com os seniores, um rapaz franzino, de Penafiel, cabelo comprido e ar de estrela. Escolhido a dedo pelo técnico brasileiro Paulo Amaral, a verdade é que ninguém lhe deu muito crédito mas ali estava a lenda do futebol portista dos anos 70 e um dos máximos jogadores a alinhar com a camisola azul e branca. António Oliveira era o seu nome e rapidamente fê-lo notar. O seu estilo de jogo entrava em contradição com a confusão portista de então. Oliveira organiza na sua mente cada lance de ataque, cada movimentação. Uma visão espantosa permitia-lhe antecipar cada lance e o seu faro de golo tornavam-no num perigo constante para o adversário. As bolas paradas, onde era especialista, resumiam perfeitamente o perfume do seu futebol: simples, prático e genial.

 

Durante nove anos Oliveira foi o lider azul e branco. Partilhou com Cubillas, esse mago peruano, o meio campo portista mas foi a chegada de José Maria Pedroto que o levou para o estrelato. Em 1977 o técnico de Lamego voltou a casa depois de ter estado banido por quase uma década. Com Jorge Nuno Pinto da Costa como director desportivo, Pedroto montou uma equipa campeão do primeiro ao último elemento. Acabou com os "andrades" e deu forma aos "dragões". Acabou-se o medo a atravessar a ponte D. Maria e o que antes era uma equipa atabalhoada tornou-se num exemplo de organização táctica. Ao lado de Octávio, Rodolfo, Murça e Fernando Gomes, o genial Oliveira tomou a batuta da orquestra e levou o clube para o seu primeiro titulo em dez anos, uma Taça de Portugal. Na época seguinte, a da consagração absoluta do FC Porto de Pedroto, o médio ofensivo alinhou em todos os jogos e apontou 19 golos, lutando até ao fim da prova pela Bota de Prata. Na temporada seguinte os milhões de pesetas que o Bétis pôs na mesa desviaram-no para a Andalucia fazendo de Oliveira a contratação estrela do defeso espanhol. Mas em Sevilla o seu futebol murchou e o próprio Oliveira acabou por pagar do próprio bolso para voltar ao  FC Porto onde chegou a tempo de celebrar nova vitória no campeonato. Em 188 jogos, apontou 69 golos. Números que espelham a importânica de um jogador que então era dos mais desiquilibrantes do futebol europeu, como diria mais tarde Di Stefano, técnico de um AEK Athens humilhado numa eliminatória da Taça dos Campeões pelo clube de Pedroto.

 

O seu regresso ás Antas foi, no entanto, de curta duração. Os problemas internos que obrigaram à demissão de Pedroto e Pinto da Costa levaram-no, num acto de fidelidade com os dois mentores, a deixar o clube assinando pelo Penafiel, onde assumiu o cargo de jogador-treinador. No clube da sua terra Natal, Oliveira continuou a fazer a diferença e acabou mesmo por cometer a "traição" de assinar em 1982 pelo rival azul e branco, o Sporting. Em Alvalade formou com Manuel Fernandes e Jordão uma tripla ofensiva de sonho que garantiu o último titulo leonino durante um periodo de...17 longos anos.

 

No final da sua etapa no Sporting, onde também assumiu o posto de jogador e treinador, Oliveira abandonou ainda a selecção, onde tinha sido o principal referente durante mais de uma década. Ainda passou pelo Maritimo antes de trocar o relvado pelo banco de suplentes. Aí teve uma série de experiências mal sucedidas (Vitória, Gil Vicente, Braga) até ser nomeado seleccionador nacional. Foi ele que lançou as bases da "Geração de Ouro" na equipa A, ao levar Portugal ao Euro 96. No final da prova voltou ao clube de sempre, desta feita como técnico, conquistando por duas vezes o campeonato, naquela que foi reconhecidamente a melhor formação azul e branca da década. A fatidica campanhã de Portugal no Mundial de 2002 atirou-o para fora dos bancos e depois de uma etapa como presidente do Penafiel, aquele que Pedroto baptizou como um dos melhores jogadores de todos os tempos e o melhor nascido em Portugal continental, retirou-se.

 

A polémica imagem como técnico apagou o passado brilhante como executante e hoje são poucos os que se lembram dos titulos, dos golos, dos jogos...dos momentos em que Oliveira parava a bola e todos ficavam em suspenso para seguir o seu próximo truque de magia.



Miguel Lourenço Pereira às 16:02 | link do post | comentar | ver comentários (1)

A partir do próximo dia 4 de Agosto o Em JOGO começará a analisar as principais Ligas Europeias que arrancam ao largo do mês. Uma análise ao contexto de cada competição, aos craques e jovens promessas que subirão aos relvados e também às equipas em prova.

 

Uma análise e antevisão que arranca com a Bundesliga e que englobará também a Ligue 1, Premier League, La Liga, Serie A e a Liga Sagres, que terá direito a uma cobertura especial nesta sua edição 2009/2010.

 

Sejam portanto bem vindos ao arranque de mais uma época desportiva do beautiful game aqui no Em JOGO.

 

 

Nota: Em relação ás transferências citadas, o Em Jogo realizou uma compilação actualizada até ao dia 1 de Agosto de 2009, pelo que podem existir dados desactualizados, pelos quais pedimos antecipadamente desculpas pela imprecisão. 



Miguel Lourenço Pereira às 09:35 | link do post | comentar

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