Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

 

SL Benfica


A época do SL Benfica seria digna de entrar na história do clube não fosse pelo habitual discurso populista e demagogo dos seus dirigentes e equipa técnica que elevou a fasquia de tal forma que destroçou qualquer possibilidade do adepto encarnado se sentir satisfeito com o ano que findou.

 

Nos últimos 10 anos o Benfica venceu apenas dois campeonatos, uma Taça de Portugal, uma Supertaça e três Taças da Liga sendo que o máximo que logrou a nivel europeu foi uns Quartos de Final na Champions League de 2006. Face a este registo recente que se pode dizer de um ano que garantiu um vice-campeonato (com pré-eliminatória da Champions League garantida), a terceira melhor classificação da década, uma nova Taça da Liga e uma semi-final europeia, inédita há 20 anos no historial do conjunto encarnado?

 

Os excelentes números entalam-se numa ambição desmedida que acabou por provocar um profundo, e legitimo, sentimento de frustração. Luis Filipe Vieira prometeu a grandeza europeia e o dominio do futebol nacional e Jorge Jesus secundou o presidente tornando-se refém das suas próprias palavras. Depois da euforia do titulo de 2010, o péssimo planteamento de época começou a ditar o final das aspirações encarnadas. Sairam Di Maria e Ramires, peças chave no jogo trepidante de Jesus, e ainda Quim, despedido em directo pelo técnico que queria um guarda-redes que garantisse titulos e pontos. A escolha acabou por se tornar numa cruz para a equipa já que o guardião Roberto esteve directamente ligado à maioria dos fracassos do colectivo ao longo do ano. Jesus não soube aproveitar os seus activos, não encontrou alternativas à baixa de forma de Aimar, Saviola e Cardozo e perdeu dinamismo no meio-campo com a saída, não compensada, de Ramires. As perdas de pontos cruciais nas primeiras jornadas obrigaram a equipa a jogar no seu máximo durante o resto de 2010 para manter-se na perseguição ao FC Porto mas a copiosa derrota no Dragão dictou o fim do campeonato e, mais ainda, significou um profundo desgaste fisico que pagaria factura.

 

Face à debacle europeia na Champions League, com a equipa a cinco minutos de terminar a fase de Grupos no último posto, surgiu a campanha na Europe League para dinamizar os adeptos encarnados mas a derrota frente a um Braga que soube sofrer, tornou ainda mais doloroso os eventos prévios, as duas derrotas caseiras frente ao eterno rival que significaram a perda do titulo diante dos seus (com um lamentável comportamento dos directivos encarnados) e a eliminação nas meias-finais da Taça de Portugal depois de uma vantagem conseguida no Dragão de dois golos (no melhor jogo da época do conjunto da Luz). Derrotas contra os rivais directos nas três competições que dão esse travo amargo a um projecto que viveu mais da garra e da improvisação – com Fábio Coentrão com imagem perfeita desse estado de animo descontrolado e frenético – do que de um planteamento pensado e trabalhado no laborátorio de Jesus. Os erros individuais não escondem a profunda quebra colectiva, nomeadamente nos niveis fisicos, e deixam a reputação do técnico em baixa apesar do titulo de 2010.

 

Para o próximo ano espera-se de novo um Benfica combativo em todas as frentes como aliás sempre soube ser, com a excepção da Champions League, durante 2010/11. Mais do que melhorar o aspecto técnico-táctico aos encarnados pede-se, essencialmente, um pouco mais de honestidade intelectual para com a sua legião de adeptos e um leque de objectivos realistas que não se deixem levar por discursos populistas mas que carregam com um pesado preço na hora do infortunio.

 

 

Sporting CP

 


algo muito podre em Alvalade e começa a levantar legitimas suspeitas aos adeptos leoninos de que se trata de um regresso a um tortuoso passado que significou estar 18 anos a ver os titulos passar. Depois de quatro épocas consecutivas num segundo lugar inexpressivo o Sporting começa a cair cada vez mais fundo. Na tabela classificativa. Junto dos seus próprios adeptos e no respeito do futebol português, ainda aburguesado a velhos ritos sociais para entender que entre passado e futuro há uma grande diferença. O Sporting ainda é um grande, principalmente pela sua herança longinqua. Em 30 anos sumou 3 titulos, menos 5 que o seu rival Benfica e menos 15 que o FC Porto. E a situação parece estar longe de inverter-se.

 

Os graves problemas financeiros do clube na ressaca do plano Roquette continuam sem encontrar fim à vista e a polémica à volta das eleições presidenciais apenas contribuiu para aumentar o pessimismo e descrença dos adeptos. O Sporting navega sem rumo, sem ideias e sem forças. A celebre academia conta cada vez menos na gestão desportiva do clube e muitos dos seus melhores frutos são aproveitados por rivais directos. Chegam jogadores sem nivel, velhas glórias com contractos milinários e despedem-se abonos de familia e maças podres que, resulta, ainda têm muito para dar noutras paragens. Paulo Sérgio foi aposta pessoal da direcção desportiva de Costinha e transformou a sua reputação de técnico com projecção numa caricatura de si mesmo. Sem uma ideia de jogo definida o Sporting não encontrou os golos de Liedson e desesperadamente foi caindo no poço. A Europa virou-lhe as costas, as provas a eliminar também e a Liga Sagres tornou-se um martirio constante. Com as excepções de Rui Patricio e André Santos, recém-internacionais, o plantel nunca ofereceu a sua melhor cara e entre os falhanços de Postiga e Djaló, a inconstância de Valdés, Fernandez e Vukcevic e os problemas fisicos intermináveis de Pedro Mendes e Maniche, deixaram a nu a má planificação do plantel na pré-temporada. Nem o terceiro lugar, resgatado ao Braga no último dia, deixa um bom sabor de boca. Afinal, em termos percentuais, esta é mesmo a pior época do conjunto de Alvalade. O anterior registo negro remonta ao ano passado onde a equipa nem passou do quarto lugar.

 

Sem vencer um trofeu há três anos, sem vencer uma Liga há nove, este Sporting começa a assemelhar-se cada vez mais a uma caricatura caduca de grandeza do que a um projecto ganhador. O problema não está, forçosamente, no técnico ou nos jogadores mas sim na falta de uma coerência desportiva que minou nos últimos anos os projectos de Peseiro e Paulo Bento e atirou para o descrédito total um clube ainda com uma significativa franja de adeptos que cada vez menos tem razões legitimas para sonhar.  



Miguel Lourenço Pereira às 21:52 | link do post | comentar

24 comentários:
De Tiago a 26 de Maio de 2011 às 22:14
Miguel,

O Benfica ganhou uma taça de portugal ao fcp no ano que o mourinho ganhou a champions, e perdeu uma para o setubal no ano do trapatoni.


Abraço


De Miguel Lourenço Pereira a 27 de Maio de 2011 às 09:31
Tiago e Diogo,

Têm toda a razão, houve essa Taça de Portugal, muito bem ganha aliás, Vou corregir já. No entanto, continuo a considerar, em termos gerais, esta como uma época muito superior à de 2004, também frente a um FC Porto temivel.

um abraço


De Diogo a 26 de Maio de 2011 às 23:56
E uma supertaça!


De Tiago a 27 de Maio de 2011 às 00:43
Verdade, e uma supertaça...também ao setubal, no ano seguinte.

Abraço


De Tiago a 27 de Maio de 2011 às 11:37
Miguel,

Houve de facto uma melhoria no benfica nos últimos dois anos, que muito se deve ao treinador. Isso é demonstrado principalmente na liga europa. Em dois anos chegaram aos quartos e à meias. Não se via um benfica assim desde o ano do treinador Fernando Santos, que na ultima decada foi o que levou o benfca mais longe. Esse feito ninguém pode tirar a Jorge Jesus.

Quanto a ter sido melhor que a época da Taça de Portugal....não sei. O Benfica sem ganhar nada. No entanto eu sou um dos benfiquistas desconsolados que muito bem descreveste.

Abraço


De Miguel Lourenço Pereira a 27 de Maio de 2011 às 12:30
Tiago,

Há duas formas de estar no futebol. A de ganhar e a de acreditar numa filosofia. A primeira não obedece a principios ou métodos mas sim ao instinto de sobrevivência, do ganhador. O segundo é mais contemplativo, talvez menos entusiasmante, mas com melhor imagem a longo prazo.

Um grande ano não significa titulos. Uma equipa mediocre pode ver-se numa circunstância em que ganhe titulos sem saber bem como. O antes e o depois poderão demonstrá-lo e ninguém espelha melhor essa realidade do que o titulo de Trapattoni. No entanto daí não ficou nenhuma base de trabalho para o futuro. Mesmo que o futuro fosse 1 ou 2 anos depois.

Ferguson esteve 8 anos sem ser campeão e entre os titulos de Arsenal e Chelsea outros 3 e no entanto manteve-se fiel ao seu projecto. O Arsenal leva sete anos a seco, mas são clubes com projectos, filosofias, ideias, que podem ou não resultar, mas pelo menos os adeptos encontram formas de se identificar.

O projecto de Jesus tem defeitos e virtudes, como qualquer outro, e há responsabilidades nas derrotas e mérito nas vitória.s Mas, acima de tudo, esteve em linha com o logrado na sua primeira temporada e ficaram boas sensações e bases de trabalho para as próximas.

um abraço


De Tiago a 27 de Maio de 2011 às 11:44
Mas a mim o que me tira do sério, agora falando com mais sentimento, é a política de contratações. Não vale a pena ganhar 25/30M com um jogador de 15/20 são distribuídos na compra de sete jogadores que nem chegam a jogar. Isto é imperdoável. Todos os clubes falham contratações, e o fcp falhou imensas no ano passado, mas o benfica deste dois últimos anos foi o pior. E esse dinheiro acabou por não ajudar muito nas finanças do clube.......


De Miguel Lourenço Pereira a 27 de Maio de 2011 às 12:33
Tiago,

Numa organização desportiva como a do Benfica é dificil perceber quem contrata, se o presidente, se o director desportivo, se o técnico. De qualquer das formas há um grande número de jogadores que realmente passaram ao lado dos critérios minimos para funcionar no modelo establecido pelo técnico. No entanto Jesus também foi responsável de algumas entradas interessantes, veremos como planeia a nova época.

um abraço


De DC a 27 de Maio de 2011 às 12:47
Eu acho que o Tiago frisou aqui um ponto importante. Uma coisa é não ganhar, ou ganhar a taça de Portugal com uma equipa relativamente barata, outra é gastar quase 100 milhões em 3 épocas e saldar-se por um campeonato.
O investimento feito talvez exigisse mais...


De Miguel Lourenço Pereira a 27 de Maio de 2011 às 14:11
DC,

Uma equipa não compete sozinha, o FC Porto descobriu isso no ano passado, o Benfica este ano. Houve um mau planeamento de época por parte da directiva e também do corpo técnico e isso passou factura. Mas com um FC Porto intratável a situação do Benfica tornou-se insustentável. Talvez o erro tenha sido o desgaste fisico na utopica recuperaçao interna, depois do Natal, em vez de se terem enfocado totalmente nas provas a eliminar, onde teria mais hipoteses.

Quanto ao investimento, é certo que o Benfica gasta muito e gera pouco, mas continuo a achar que há aqui um desnorto significativo da direcçao, porque é um gasto que vem muito antes da chegada de Jesus que até soube como optimizar compras que até à sua chegada rendiam muito por debaixo do seu valor (Saviola, Coentrao, Aimar, Martins). O seu erro maior foi Roberto, sem dúvida, mas tenho dúvidas que tivesse sido totalmente da sua responsabilidade tendo em conta o que ouço por Madrid sobre esse negócio.

Houve, de facto, muitos jogadores de low profile que chegaram para ser revendidos ou emprestados mas aí, mais uma vez, vejo mais politica de empresários, que durante tantos anos utilizaram esse politica no Dragão, do que politica de treinador.

Um abraço


De DC a 27 de Maio de 2011 às 14:52
E isso que houve por Madrid terá a ver com a construção do estádio novo do Atlético?
É realmente um negócio muito estranho, penso que só depois da saída do LFV do benfica se poderá obter toda a verdade.


De Tiago a 27 de Maio de 2011 às 15:13
DC e Miguel,

De facto é altura de esclarecer estas situações...quem contratou Empresários, Presidente ou Treinador?

Porque o peso cai sempre em cima do treinador, e espero que daqui a uns anos não se venha a saber que afinal havia mais Vale e Azevedos por aqui....talvez a investigação da PJ que está em decurso venha a mostrar algo.

Não estou muito confiante neste treinador para um projecto a longo prazo, no entanto não penso que ele seja o elo mais fraco nesta corrente.

É preciso rever o que se passa nas contratações. Fernandez, por exemplo, chegou e pouco jogou. Já antes de ter jogado já dava para adivinhar que ele tinha sido arrumado. O Presidente rejeita uma boa proposta por cardozo, dinheiro que poderia servir para manter coentrão ou, pelo menos, ser mais exigente quanto ao dinheiro a pedir por ele. A necessidade de dinheiro seria menor.

Gostava muito de ver um dia um presidente a ficar 20 anos no benfica. Mas não me parece que este seja esse presidente e isso deixa-me preocupado.

Abraço para os dois.


De Miguel Lourenço Pereira a 27 de Maio de 2011 às 15:37
Tiago,

O Benfica tem de assumir, como o FC Porto já o fez, que um clube português para sobreviver tem dois caminhos a seguir: apostar só na formação ou comprar barato e vender caro. Jogadores como Cardozo, Coentrão, Ramires, Di Maria, David Luiz, etc.. são jogadores que todos sabem que vão durar um periodo relativo de tempo e que o objectivo do clube é usa-los para obter resultados desportivos e depois resultados financeiros. Os jogadores irão sempre querer sair depois de um ou dois anos, e todos sabem que assim é.

O problema do Benfica foi essa rendição da direcção ao celebre fundo que garantiu injecçao de capital em arcas delapidadas mas que agora tirou muito do que o FC Porto ganha, que é lucro nas Vendas. Nao é por acaso que os passes de James, Hulk, Falcao e Moutinho tenham sido recomprados na totalidade para garantir um ingresso financeiro a rondar os 100%. No caso do Benfica todos os negócios serao sempre menos significativos para as arcas do clube e, portanto para o investimento no plantel. Se Coentrao sair por 30 milhoes, o Benfica vê metade desse dinheiro e gastará quase a totalidade na compra do seu substituto. A margem de lucro desapareceu e com isso o crescimento sustentado do projecto.

Luis Filipe Vieira, e até os sócios do Benfica o sabem, não é uma das pessoas mais honestas do futebol português e o seu passado desportivo já fala por si. Há numeros muito estranhos nas finanças do Benfica dos ultimos 5 anos e um certo desespero que não deixa antever um bom sinal porque o clube vive actualmente num limbo perigoso que este ano só se sustentou com o dinheiro ganho na CL e a venda de jogadores. Quando não haja jogadores para vender por mais de 20 milhões e a Europa se complique, a situação pode tornar-se insustentável, como sucedeu com o Sporting.

um abraço


De Miguel Lourenço Pereira a 27 de Maio de 2011 às 15:31
DC,

Precisamente, com a venda dos terrenos do Calderon para a posterior mudança ao La Peineta, prevista para daqui a 2 anos. Rumores há muitos, as investigações que vejo que estão a decorrer podem deitar alguma luz sobre o assunto mas a verdade é que desde os dias de Gil y Gil que as finanças espanholas têm o Atlético sob constante suspeita. Ainda hoje o clube é forçado a dar ao estado 50% de cada venda que realize para abater o passivo brutal que tem com a fuga de impostos do antigo presidente.

um abraço


De Tiago a 27 de Maio de 2011 às 16:05
Miguel,

Em que é que isso se pode traduzir em relação ao Benfica?

Abraço


De Miguel Lourenço Pereira a 27 de Maio de 2011 às 16:18
Tiago,

O que aqui se discute à muito tempo é o valor pago pelo Roberto. Estamos a falar do 3º (para muitos até 4º porque o Joel tem um potencial tremendo) guarda-redes do Atletico, emprestado ao Zaragoza mas com guia de marcha garantido para esta época. O Atletico não o conseguia escoar e de repente aparece uma proposta que quadriplica o seu valor de mercado do Benfica.

As suspeitas estão essencialmente na possibilidade de que o dinheiro tenha pago a nome pessoal do presidente do Benfica, do empresário Jorge Mendes e quiçá do treinador, lotes na zona a construir à beira do Manzanares ou lucros das suas rentaveis vendas (o Calderon está numa das zonas recuperadas e inmobiliariamente mais rentaveis de Madrid, o novo estádio num acampado dos suburbios perto do aeroporto) que cobriam esses 6 milhões a mais pagos pelo jogador. Também poderiam ajudar a tapar o prémio de campeão pago a Jesus e não declarado a nivel de impostos com essa concessão de terrenos e o prémio de comissão de Mendes, um empresário que trabalha muito com Miguel Angel Marin, directivo do Atletico.

Um abraço


De Tiago a 27 de Maio de 2011 às 16:56
Miguel,

Obrigado pela informação. Não estava a par dessas suspeitas.

Abraço


De Miguel Lourenço Pereira a 27 de Maio de 2011 às 16:58
Tiago,

De nada, não são dados oficiais mas é um tema que desde o inicio do ano que é recorrente e que já ouvi de pessoas bem diferentes e muitas delas com ligações ao Atletico.

um abraço


De DC a 27 de Maio de 2011 às 17:11
Também já tinha ouvido vários rumores sobre isto inclusive da parte de blogs de apoio ao benfica.
Uma coisa tenho a certeza, este negócio Roberto não é normal! Lembro-me aliás que no dia anterior à sua contratação abola fez capa a dizer que o benfica iria pagar 3 milhões por ele e eu entre amigos comentei que achava caro para um redes desconhecido. No dia seguinte com os 8,5 milhões pura e simplesmente fiquei de queixo caído!!!

E não sei se se lembra mas há outros negócios muito estranhos na gestão LFV: o kikin que o benfica diz ter contratado por 3 milhões e o seu clube anterior afirma ter saído em final de contrato, o andrés diaz que veio no pacote di maria e ninguém sabe dele, a 2ª parte do passe do mantorras que ninguém sabe bem de quem é, os 5 milhões por mantorras sendo que o Alverca faliu pouco após receber a maior transferência da sua história, o pacote ronald garcia, yanick, ze rui, anderson, bruno aguiar, amoreirinha que veio todo duma vez do Alverca para o benfica e praticamente nunca jogou, a recente contratação do fernandez, o diego souza que mal assinou o josé veiga disse que nunca jogaria no benfica...
enfim muita coisa estranha!


De Tiago a 27 de Maio de 2011 às 17:23
DC,

Claro que não é normal! nunca tal se viu! é impressionante... aliás se até é uma estupidez, se se verificarem as acusações, a forma obvia como foi feito.

Não me lembro de kikin, mas todos os outros são de facto situações estranhas... diego souza ainda jogou, tenho ideia que ate era bom jogador o rapaz.

Só quero, para bem ou mal do Benfica, que se saiba a verdade.

Abraço


De Miguel Lourenço Pereira a 27 de Maio de 2011 às 18:55
DC,

Como disse, é um fenómeno da administração Vieira, mesmo ainda nos dias de Vilarinho, não necessariamente de Jesus. O caso do Roberto é ridiculo porque o Benfica colocou uma cruz na cara do jogador da qual nunca se iria livrar, por muito bem que jogasse. Deixou aberto o caminho ás suspeitas, ás criticas legitimas dos adeptos e ao gozo dos rivais.

O mais impressionante foi a justificação de Jesus, um guarda-redes que valesse pontos. Quim é internacional, Moreira também e Julio César chegou a seu pedido. O Benfica, como o Porto, não precisa de um guarda-redes que dê pontos porque jogam em Portugal, não em Espanha, Itália, Alemanha ou Inglaterra. Para um guarda-redes dar pontos é preciso que jogue com equipas que atacam, com bons jogadores no ataque e eficazes. Os dois grandes de Portugal jogam com equipas com um ratio de disparos á baliza, lances de golo e posse de bola insignificantes. Não são equipas que coloquem em perigo a baliza mais do que 3 ou 4 vezes por jogo, portanto, em condições normais, o papel do guarda-redes é infinitamente inferior do que a dupla de centrais, por exemplo.

Os outros jogadores que mencionas são exemplos claros e o FCP viveu a mesma realidade na fase pré e pós Mourinho, com a chegada de muitos negócios suspeitos que nunca deram contributo desportivo á equipa.

um abraço


De Tiago a 27 de Maio de 2011 às 17:34
Miguel,

Ok, o que explicaste agora já apareceu no record em grande plano. É como dizes...

Abraço


De Miguel Lourenço Pereira a 27 de Maio de 2011 às 18:55
Tiago,

É normal, com a investigação policial, que se conheçam mais detalhes, mas seria necessário uma investigação conjunta com a policia espanhola para saber toda a verdade.

um abraço


De kiki a 21 de Julho de 2011 às 15:21
sera que este lourenço alguma vez foi investigado ,mas deveria, nem que seja pelo SIS ai sim dava o valor as suas preces...


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