Domingo, 16 de Maio de 2010

Foi uma das edições mais disputadas dos últimos anos. No entanto as principais equipas fizeram-se valer mais pelo valor dos colectivos do que pelas individualidades. Jogadores habitualmente desiquilibrantes como Bruno Alves, Liedson, Raul Meireles, Moutinho e companhia exibiram-se uns furos abaixo do esperado. Braga e Benfica dominam um onze onde há espaço para os dois revulsivos do FC Porto, numa equipa obrigatoriamente orientada por Jorge Jesus.

 

Quim

(SL Benfica)

 

Calou os criticos mais severos com a sua melhor época em largos anos. Jesus confiava pouco nele e pediu a contratação de Julio César mas o pequeno grande guarda-redes manteve-se constante durante toda a temporada. Muitas vezes foi a sua segurança e algum par de intervenções que salvaram a equipa virada para o ataque de algum que outro tropeção embaraçoso. Merecia o Mundial.

 

João Pereira

(SC Braga/Sporting)

 

Começou a época na máxima forma dando razão aos criticos do seleccionador que nunca o contemplava nas suas escolhas para render Bosingwa. Em Braga foi um dos nomes próprios da espantosa primeira volta e acabou por ser a única venda no mercado de Inverno. Chegou a Alvalade e rapidamente se impôs no onze titular. Perdeu espectacularidade (pela fragilidade da defesa leonina), mas continuou a dar muito boa conta do recado.

 

Evaldo

(SC Braga)

 

Tal como o colega do lado oposto, Evaldo arrancou a época montado numa moto. Com a subtil diferença de que nunca baixou o ritmo. Foi constante durante 30 jornadas, dando uma segurança a Domingos que nunca Jesus ou Jesualdo tiveram nesse lado do campo. Faltou-lhe talvez mais ambição nas subidas de flanco para colmatar uma época perfeita de um jogador dispensado pelo FC Porto há alguns anos.

 

David Luiz

(SL Benfica)

 

Época primorosa do central, actualmente um dos melhores a actuar no Velho Continente. David Luiz foi seguro, eficaz e soube assumir-se como lider quando necessário. Cada vez que Jesus o deslocou para a esquerda sofreu do mesmo mal a que lhe vetou Quique Flores na época passada. No eixo central foi imperial, apesar de ser ainda um central com alguma propensão para agressões infantis que acabaram por não lhe passar demasiada factura.

 

Moisés

(SC Braga)

 

A segurança do Braga começou na defesa e no eixo central a dupla Rodriguez-Moisés foi sublime. O brasileiro chegou, aos 30 anos, ao ponto mais alto da sua carreira. Uma época que começou discreta mas que foi ganhando força à medida que os jogos se lhe acumulavam nas pernas. Titular absoluto, fez parte do quarteto em grande parte responsável pela corrida ao titulo dos arcebispos.

 

Vandinho

(SC Braga)

 

A Liga Sagres ficou decidida em Janeiro quando o Conselho Disciplinar vetou Hulk e Vandinho para largos e tortuosos castigos, que mais tarde se revelariam, como se sabe, injustos. No caso do portista, o efeito pode ser discutido, já que não estava na sua melhor forma nessa fase da época. Mas com Vandinho não há dúvidas. O médio centro do Braga estava a ser o melhor dos arsenalistas e a sua baixa notou-se claramente no modelo de jogo de Domingos. Sem Vandinho a equipa perdeu equilibrio para a segunda volta. Imaginar como teria sido o campeonato com o brasileiro no onze durante a segunda volta é algo que forçosamente ficará como uma das manchas desta edição.

 

Ruben Micael

(Nacional/FC Porto)

 

Já o ano passado tinhamos alertado para o talento deste pensador da Madeira. O arranque do ano deu-nos a razão. O Nacional começou bem a época, partircularmente na Europe League, muito graças ao futebol incisivo e de toque rápido de Ruben Micael. Em Janeiro a sua chegada ao Dragão despertou um conjunto azul e branco adormecido e durante alguns jogos, o médio foi o revulsivo necessário para o Porto acalentar o sonho do título. Problemas fisicos e uma lesão inoportuna afastaram-no dos jogos finais e do Mundial. Para o ano espera-se a confirmação definitiva do melhor pensador português do tapete verde actual.

 

Alan

(SC Braga)

 

Descartado pelo FC Porto, o extremo brasileiro andou alguns anos por Guimarães até que acabou repescado pelo eterno rival. Em Braga o médio soltou-se dos medos e exibiu-se de uma forma absolutamente fantástica durante grande parte da época. Rápido, bom no toque, corajoso diante das redes, Alan foi o elemento do sector ofensivo que mais se destacou no conjunto bracarense. A chegada de Luis Aguiar potenciou ainda mais o seu estilo de jogo e ajudou a esquecer que os bracarenses passaram o ano sem um grande avançado no onze.

 

Javier Saviola

(SL Benfica)

 

Foi, a par de Vandinho, o melhor jogador da primeira volta. O argentino deu o toque de classe que o conjunto encarnado precisava. Depois de falhar em Espanha, o menos exigente campeonato português provou ser remédio santo. A associação com o amigo Aimar ajudou, mas foi o posicionamento táctico que Jesus lhe destinou quem fez de Saviola o mentor do bom jogo ofensivo do Benfica na primeira volta. Com a segunda parte do campeonato foi-se o fisico e a equipa da Luz perdeu fulgor e imaginação.

 

Angel Di Maria

(SL Benfica)

 

Nos últimos dois anos parecia que Di Maria seria mais um flop, dos muitos que têm chegado e partido da Luz sem pena nem glória. Mas com Jesus, o extremo argentino cresceu. Mentalmente ganhou outro estofo e isso percebeu-se de imediato no terreno de jogo. Fantasista, atrevido e pícaro, Di Maria foi a arma secreta do Benfica nos momentos mais complicados. A sua saída de Portugal é inevitável, resta saber se terá a fortaleza mental para desafios mais exigentes.

 

Falcao

(FC Porto)

 

Foi o melhor jogador da época. O mais regular. O mais atrevido. O eterno contra-corrente. Quando o FC Porto viveu os seus piores meses, Falcao respondeu com golos. Quando a equipa encarrilou na sua melhor série, o colombiano disse presente. Fustigado por uma táctica que não terminava de encaixar com o seu modelo de jogo, Falcao provou ser mais completo do que o rival na lista de goleadores, o paraguaio Cardozo. Se este foi o producto do sistema encarnado, Falcao existiu contra o modelo portista. Ao contrário de Saviola, Vandinho e Di Maria, manteve-se constante ao largo de todo o ano e merecia outra recompensa depois de um primeiro ano que não se via desde a chegada de Liedson a Portugal. Merecia, como minimo, que Shakira não fosse a única voz colombiana a ouvir-se na África do Sul.

 

Jorge Jesus

(SL Benfica)

 

O mérito de Domingos Paciência é espantoso. Montou uma equipa pequena mas repleta de ambição. E lutou até ao fim. Poderia ser dele o banco. Mas Jorge Jesus aproveitou este ano para calar os criticos que o destinavam eternamente a equipas pequenas. Acabou por ser o estratega da Amadora a fazer grande o Benfica, e não o contrário. Prometeu muito e cumpriu quase tudo. Fez esquecer os erros de casting de Koeman, Fernando Santos e Quique e tornou-se no único técnico em cinco anos a rentabilizar um plantel de muitos milhões que passou os últimos anos a sofrer até ao fim para lograr objectivos minimos. Defensor de um futebol ofensivo, montou um esquema táctico equilibrado, suficiente para o campeonato luso. Soube onde apertar com os mais pequenos, mas deixa no ar a ideia de que nos confrontos contra os rivais directos precisa de algo mais de punch. Viu-se em Braga, em Alvalade, em Liverpool e no Dragão. O próximo ano demonstrará se este é o principio de um ciclo ou só um parentesis de uma longa doença.



Miguel Lourenço Pereira às 03:27 | link do post | comentar

4 comentários:
De facepalmjpg a 17 de Maio de 2010 às 18:40
Ora bem, lá vais ter de levar comigo outra vez. Vou ter que contestar algumas decisões, usando a tua "táctica", explicando (obviamente):

GR: Quim
Não há muita contestação, mais pelo facto de em terra de cegos quem tem um olho é rei. Rui Patrício é muito inconsistente, Eduardo é sobrevalorizado e parece que Hélton já viu melhores dias. Beto? Muito crú.

DD: João Pereira
De todas as opções, de longe a pior. Acho-o péssimo a defender, indo à queima em todos os lances, causando desconpensações na sua equipa quando é ultrapassado. Muitas dessas deram em golo. Ofensivamente, limita-se a correria desenfreadas à linha de fundo. Por alguma razão o Carvalhal o sentou no banco durante algum tempo. Já em Braga (e no Benfica) ele era a mesma coisa. Poria aqui o Rúben Amorim, apenas e só porque Fucile está em baixo de forma. Não poria o Maxi porque é um bocado similar ao JP, embora melhor em termos de posicionamento defensivo.

DCs: David Luiz e Moisés
Acho piada que aches que as "agressões infantis" sejam o pior dos problemas do David Luiz. Não vou negar as "agressões", ninguém é santo. Apenas acho que o rapaz tem um bocado de mania e a obsessão de sair a jogar, tanto que vai pastar ao meio-campo e colocando a defesa em desconpensação. Repara nos golos que o Benfica sofreu esta época e quantos tiveram responsabilidade directa dele. Mais de metade. Quanto ao "parceiro", nada a dizer. Como centrais, punha Luisão e Bruno Alves.

DE: Evaldo
Sem contestação. Ponto final. Coentrão não serve para blocos baixos, Álvaro Pereira não é lá muito bom a defender. A única "concorrência" seria Emídio Rafael. E anda o Sporting a gastar 3 milhões no Grimi...

MC: Vandinho e Rúben Micael
Nada a dizer quanto a Vandinho. Quanto ao Rúben Micael, as suas qualidades são as suas principais limitações. É bom em transições rápidas, com o seu "futebol incisivo e de toque rápido", mas quando as mesmas não funcionam é que se vê as limitações dele. Tentar fazer tudo rápido nem sempre funciona. Daí as derrotas "surpreendentes" do Porto com Sporting, Nacional e Benfica na taça da liga. Chamá-lo de "melhor pensador português do tapete verde actual" é esquecer-se que Nuno Assis e Hugo Viana existem. Punha o Fernando ao lado de Vandinho. Javi García é bom, Pedro Mendes idem, mas Fernando é excepcional como pivot defensivo.

Saviola a médio-atacante? Simplesmente não. Seria um desperdício das suas capacidades de abertura de espaços e movimentação. Só para não falar que é excelente na finalização. Apenas não é o "homem de área" que é Falcão, Liédson ou Cardozo". Nunca poria-o a outra posição senão avançado. A médio atacante, colocaria o Aimar ou o Nuno Assis. Hugo Viana seria também excelente opção.

Alan a extremo é demasiado óbvio, embora ele tenha demonstrado iguais competências jogando a médio-interior na época passada. Excelente jogador. No entanto, confesso não ser o maior fã de Di María. Sofre de "inconsequentite aguda", coisa também diagnosticada em Hulk. O facto de ser o "rei das assistências" esconde a sua óbvia imaturidade. Está longe de ser um jogador decisivo, como implicaste.

Acho interessante (e acertado) dizer que Falcão lutou contra o modelo portista. Não é um jogador de segurar a bola, e nunca teve os apoios que precisava, jogadores que a segurassem para a poder entregar. Hulk perde demasiadas bolas, Rodrígez é uma nódoa, Varela lesionou-se no seu melhor momento de forma, Belluschi andou perdido até que finalmente se fez luz na cabeça de Juju com das "incovenientes" lesões dos extremos (afinal há males que vêem por bem) e mudou o modelo de jogo.

Quanto ao JJ, indiscutível, embora atribua à falta de "punch" o facto de os jogos serem jogados fora e, apesar de apreciar os méritos técnicos-tácticos de JJ, não o considero um "motivador". Veremos se melhora neste capítulo para o ano, com menos um "fardo" para transportar.


De Miguel Lourenço Pereira a 18 de Maio de 2010 às 08:27
É um prazer "levar" contigo.

Estamos de acordo na baliza, no ponta de lança e no técnico, com as devidas ressalvas.

Quando ao Amorim, para mim, nao é defesa direito. É um médio defensivo de grande futuro capaz de fazer "uma perninha" com rivais que nao sao desiquilibrantes na lateral, uma versao melhorada do que foi há muitos anos Paulinho Santos, por exemplo.

No caso dos centrais, acho mais limitado Luisao que D. Luiz e B. Alves fez uma época muito abaixo do seu nivel. Quanto a Micael, coloco-o num plano acima de Nuno Assis, muito inconstante, e de Hugo Viana, fisicamente a anos-luz do que é necessário para ser um jogador de elite. Micael é mais dinamico e vertical no seu modelo de jogo. E Vandinho, enquanto esteve em campo, foi mais determinante que Fernando, bom a pivot mas fraco do meio campo para a frente.

Falcao é um killer à antiga, o oposto de Lisandro, e por isso este modelo do FCP em lugar de o potenciar, acreditor, restringiu o seu estilo de jogo. Mas também tornou-o num atleta mais maduro.

A necessidade de coabitar Saviola e Falcao, para mim os elementos mais decisivos da prova, levou a esse desvio táctico. Naturalmente foi a posiçao de segundo avançado do argentino que ajudou a Jesus emendar os erros de Quique na época passada, quando este já tinha Cardozo, Aimar e Di Maria no sector ofensivo.

um abraço


De facepalmjpg a 18 de Maio de 2010 às 18:39
Confesso que Rúben Amorim não é lateral direito. É médio-centro, e foi nessa posição que mais se destacou nesta época. No entanto, acho-o um jogador bastante inteligente, ponderado, bom posicionalmente, e com técnica q.b.. No entanto, dos poucos jogos que o vi a lateral direito, ele impressionou-me bastante devido às qualidades acima referidas. Qualidades que, por exemplo, não reconheço em João Pereira. Aliás, não acho que Amorim tenha problemas com desiquilibradores. Maxi, por exemplo, tem mais dificuldades com estes. Opiniões...

Luisão é limitado nos aspectos técnicos, mas é superior nos aspectos posicionais e psicológicos do jogo. Além disso, ao contrário do David, não tenta ganhar todos os lances em antecipação para sair a jogar. "Lê" melhor o jogo nesse aspecto. Bruno Alves, mesmo em baixo de forma é o pilar da defesa portista. Para o mal e para o bem, uma vez que todos os colegas (especialmente o Rolando) são dependentes dele.

As qualidades que reconheces em Micael, eu acho limitações. Não é um criativo como Assis ou Viana. É excessivamente vertical. Tenta fazer tudo com poucos toques, muitas vezes precipitados e com aberturas estúpidas. Não segura a bola de quando em vez. Daí o número exagerado de passes falhados e bolas perdidas. É um ponto em que pelos vistos nunca poderíamos concordar.

Falcão é, de facto, um matador à antiga. Enquanto o Lisandro caía para os flancos ou vinha buscar jogo, Falcão não é exactamente assim. Daí o "espaço entre linhas" que foi o maior problema do Porto durante bastante tempo. Tem vindo a ganhar maturidade, sim, mas um "Lisandro" não se faz num dia.

Nunca colocaria Saviola como médio de ataque por achar um desperdício das suas melhores competências. Apenas isso.


De Miguel Lourenço Pereira a 19 de Maio de 2010 às 08:21
Viva,

Quanto ao Ruben Amorim, desde os dias do Belenenses que o tenho por um excelente jogador e deu um óptimo salto de qualidade, está para entrar na selecçao sem dúvida, mas nao como lateral. Será o substituto de Pedro Mendes para a proxima campanha.

O Luisao ganha ao D. Luiz em experiencia, e é esse mesmo sentido posicional ganho com os anos que fazem dele um bom complemento. Mas já atingiu o seu zénite desportivo enquanto que o DL ainda tem uma grande margem. Já o B.A. foi pouco de fiar ao longo do ano e em muitos jogos perdidos pelo FCP a responsabilidade directa passou pela falta de coordenaçao que se espera que imponha no sector que comanda.

A vantagem de Micael para mim é ser um médio ofensivo mais da escola dos segundos avançados, mais preparado para o futebol de hoje, como Kaká e menos pensador, posiçao cada vez mais entregue aos chamados números 8, um passo mais atrás. Num triangulo de meio-campo R. Micael e H. Viana seriam compativeis, controlando entre si os ritmos de jogo. Mas precisa de amadurecer, está claro.

A questao do Falcao é, no fundo, a de todos os pontas de lança de hoje. Sacrificados pelo jogo colectivo, animais de área, têm de sair da sua zona de influencia para entrar no jogo. Já ninguem aposta em "Jardeis" se estes também nao colaborarem no jogo de construçao e Falcao aprendeu muito nesse aspecto este ano. Mas com dois bons assistentes em 4-3-3 ou com um falso segundo avançado para fazer esse trabalho em 4-4-2, é um goleador temivel.

um abraço


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